Politicos-homens de bem: Maio 2006

sábado, maio 27, 2006

 

O FUTURO DO POVO PORTUGUÊS

É preciso produzir mais! Temos de melhorar a nossa competitividade! Temos de pensar no mercado Ibérico (recado do vosso primeiro ministro)... etc.
Bom, meus amigos, Portugal não vai a lado nenhum. E não é só por ter autênticos burros na condução do País. Não, Portugal é o País mais periférico da Europa. Nenhum outro País tem uma posição tão desfavorável.
Claro que para ajudar a ceguinha, temos um conjunto de mentecaptos a governar este jardim à beira mar plantado. No entanto, de burros eles não têm nada... reparem que existem empresas que têm de ser protegidas (a maioria, empresas de capital público) pois são o garante dos empregos dos senhores que deixam o governo e têm de ter um lugar lá fora; e os filhos, e os familiares... (entenda-se EDP; Galp; TELECOM, etc).
Os bancos e companhias de seguros não devem ser taxadas com um IRC semelhante a todas as outras empresas. Não, os bancos dão riqueza a Portugal (não sei bem como... nem são portugueses...)
Está na altura dos governantes serem avaliados. Por quem? olhem, pelos pais dos alunos, ou, quiçá, pelos imigrantes...

 

AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES

Ao fim de tanto tempo parado, volto a escrever alguma coisa... é que são tanas as "cousas" que... nem vontade me dá para protestar. Não acredito muitas vezes naquilo que ouço e leio.
Agora é a a notícia que refere a vontade do ministério da educação que os pais possam avaliar os professores. Boa! e capacidade para isso? Claro que não interessa; uma vez que nem a ministra da educação, nem os ministros no seu todo têm capacidade para desempenharem o cargo que ocupam..., eles sabem lá o que é capacidade, competência e outros palavrões assim.
Proponho até que para se corrigirem os exames dos alunos, cada pai possa nomear quem o faça; por exemplo: "quem vai corrigir os testes do meu filho é o sr. Manuel do talho"
"Se o meu filho fôr à prova oral (ainda há disto, ou é por demais violento para os alunos?...) quem vai interrogá-lo é o Carlitos, o carteiro da zona, que é uma pessoa muito atiladinha"
Estou mesmo a ver os pais, que durante um ano lectivo nunca puseram os pés na escola para saberem do andamento académico (e não só) dos seus filhos, a avaliaremm os professores.
Mas também compreendo a posição do ministério, uma vez que devem saber, tão bem como eu, que não há lá ninguém com capacidade para analisar o que quer que seja...

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